A História da Família
| A História |
Na Europa Medieval, antes que um sistema estruturado de sobrenomes fosse estabelecido, era pratica comum o uso de um segundo nome, o qual servia como meio de distinguir pessoas que possuíam o mesmo nome de batismo. O sobrenome árabe Feres pertence à categoria de nomes que possuem origem habitacional. Este termo se refere aos sobrenomes dos quais a origem se encontra no lugar de residência do portador original. Nomes habitacionais nos dizem de onde foi saído o progenitor da família, seja uma cidade, vila ou um lugar identificado por uma característica topográfica. No que diz respeito ao sobrenome Feres, seus primeiros registros oficiais encontrados, indica que este é derivado do nome Ferez, município da província de Albacete, na Espanha. Variante do sobrenome Feres inclui-se Ferez. Uma das mais antigas referências a este nome, ou sua variante, é o registro de Abul Kassem Abi Feres, jurista mouro na Espanha, citado em 1050. As pesquisas continuam e este nome pode ter sido documentado muito antes desta data mencionada.
Outras referências a este sobrenome são os registros de Ysabel Anum Feres, filha de Amir Anum e Antônia Feres, batizada em Murillo El Cuende, Navarra, Espanha, no dia 11 de janeiro de 1653. No Brasil temos o registro de Helena Feres, filha de Antônio Feres e Karini Mansur, batizada em Curitiba, Paraná, no dia 26 de novembro de 1902.
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O Brasão |
As armas descritas abaixo foram concedidas à família Feres pelas autoridades nacionais apropriadas, quando de seu primeiro registro oficial.
• Brasão: De prata ao centro, com os dos flancos em azul; Em chefe, três estrelas de negro, postas em arco. No coração, ou abismo, uma flor-de-lis, de pé morto, em dourado, com uma faixa negra, vinda de sua parte superior, formando a divisão entre o pé e a folha.
• Tradução: Prata simboliza integridade, paz e pureza. Azul denota fidelidade e verdade. Ouro indica a nobreza.
• Timbre: Três plumas de avestruz.
• Virol e Paquifes: Virol da Coroa de Grau do Cavaleiro e Paquifes de plumagem indicativa da cor da família. Dentro do Virol, na parte superior o castelo representando defesa e residência. A presença deste no brasão significa que quem o ostenta participou com destaque e venceu uma investida de batalha. Logo abaixo a figura do Leão, sob duas patas e com as garras expostas, significando força e disposição para a batalha.
• Origem: Líbano
(Fonte: The Historical Research Center – 26/05/2005)
Galvãoheraldita – 26/03/2008
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| A Cidade |

Brasão Ervália

Igreja Matriz de São Sebastião

Rua Monsenhor Rodolfo
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Em 1693, o bandeirante Antônio Rodrigues Arzão chegava para se estabelecer no povoado de Capela Nova, quando começava a procura pelo ouro e o desenvolvimento da agricultura naquela região. Em 1839, o povoado de Capela Nova passou a distrito, mudando seu nome para São Sebastião dos Aflitos, deixando de pertencer ao município de São Januário de Ubá (atual Ubá) e passando a pertencer ao Município de Santa Rita do Turvo (atual Viçosa). Em 1886, nova mudança de nome: São Sebastião do Herval, em homenagem ao Marquês de Herval (Manuel Luís Osório), herói da guerra do Paraguai. Em 17/12/1938 o distrito é elevado a cidade, emancipando-se de Viçosa, e passando a assumir o nome de Município de Herval. Para se diferenciar de outras cidades que levavam o nome do marquês, pelo Decreto Lei nº 1.058 de dezembro de 1943, a cidade passou a se chamar Ervália. A cidade faz parte da Serra da Mantiqueira, que recebe diversas denominações locais como: Serra do Pai Inácio, Serras das Aranhas, Serra da Ventania, Serra das Três Viúvas e Serra da Grama.
Ervália é uma cidade de 357,9 km2, situada na Zona da Mata Mineira, microrregião de Viçosa, Sudeste de Minas Gerais. Possui hoje, segundo o senso do IBGE de 2004 uma população de 17.771 pessoas e uma densidade demográfica de 47,5 habitantes por km2. Seu ponto mais elevado fica a 1.671 metros e se situa na Serra do Pai Inácio, entre o Careço e Dom Viçoso.
Nos anos 80 ocorreu a inauguração da estrada que liga a cidade à BR 120, o que deu início a uma fase de grande desenvolvimento da cidade, em boa parte puxada pela produção de café (mais de 7 mil toneladas ano). Situada entre as cidades de Ubá, um grande pólo moveleiro do estado de Minas Gerais e Viçosa, que possui um dos maiores centros de ensino e pesquisa agrícola da América Latina, a cidade serve muitas vezes de morada para pessoas que trafegam por esta região. Em relação a outras cidades, Ervália fica à:
| 32 Km de Viçosa |
50 km de Visconde do Rio Branco |
52 km de Muriaé |
| 56 km de Ubá |
93 km de Ponte Nova |
128 km de Juiz de Fora |
| 264 km de Belo Horizonte |
970 km do Rio de Janeiro |
375 km de Vitória |
| 665 km de São Paulo |
995 km de Brasília |
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A temperatura média anual da cidade é de 17º Celsius. Segundo a Fundação João Pinheiro, o IDH (Índice de desenvolvimento Humano) é considerado de médio desenvolvimento humano e ocupa uma posição intermediária em relação ao estado de Minas Gerais e ao Brasil. A relação entre a população rural e a urbana gira em torno de 56% para 44%, levando vantagem aqui a população rural.
As indústrias da cidade são pequenas e pouco desenvolvidas. Em sua maioria são: serrarias, marcenarias, serralharias, fábricas de blocos de cimento, beneficiamento, torrefação e empacotamento de café, panificadoras e confecções têxteis. O comércio é basicamente local, mas bem diversificado, com armazéns, lojas, farmácias, lojas de material de construção, açougues, papelarias, entre outras. O município conta com duas agências bancárias, uma do Banco do Brasil e outra do Credimur, que atuam principalmente no financiamento agrícola.
Na área do lazer e do turismo, a cidade possui alguns pontos turísticos que podem ser mais bem aproveitados como o Santo Cristo, recentemente tombado e recuperado. Tem também a Biquinha, as Cachoeiras da Ressaca e da Usina, o lago da represa, o Cruzeiro o alto da Rua Santo Antônio, o pequeno santuário à Nossa Senhora Aparecida na Capelinha, construído em 1965, entre outros. A cidade possui ainda 2 clubes, Yásbeck e Casarão, cinco praças, uma quadra poliesportiva, o estádio do Montanhês e etc.
(Fonte: Livro De São Sebastião a Ervália – Uma Introdução)
Milton Rezende, Ed. Templo – 2006 |
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